Eu posso quase apostar que muito poucas pessoas sabem quem é James Newell Osterberg Jr, nascido em 21 de abril de 1947 em Muskegon, Michigan.
Para os desavisados e distraídos de plantão esse é o nome de batismo de Iggy Pop, que com suas performances alucinadas, que incluíam contorções loucas e auto-flagelação se tornou na opinião de muitos o padrinho do punk.
Reza a lenda que ele foi um menino tímido e bem educado que não bebia, não fumava e não falava palavrões, enfim o sonho de qualquer mamãe desavisada.
Como esse ser quase angelical se tornou Iggy Pop? A figura maldita que metia medo em muita gente que sempre se considerou muito louca?
Para os desavisados e distraídos de plantão esse é o nome de batismo de Iggy Pop, que com suas performances alucinadas, que incluíam contorções loucas e auto-flagelação se tornou na opinião de muitos o padrinho do punk.
Reza a lenda que ele foi um menino tímido e bem educado que não bebia, não fumava e não falava palavrões, enfim o sonho de qualquer mamãe desavisada.
Como esse ser quase angelical se tornou Iggy Pop? A figura maldita que metia medo em muita gente que sempre se considerou muito louca?
Difícil dizer, provavelmente não foi de um dia para o outro e, além dele mesmo, o universo teve muito haver com isso ao colocar em seu caminho os caras com quem ele formaria o "The Stooges" (Ron Asheton/guitarra, Scott Asheton/bateria e Dave Alexander/baixo, este último demitido depois do segundo álbum e substituído por James Williamson na guitarra enquanto Ron assumia o baixo).
Mas fato é que hoje décadas depois de muitos altos e baixos e empreitadas cinematográficas que incluem "Sid e Nancy, O Amor Mata", sobre o qual falarei em post futuro, podemos ver uma faceta mais calma desse Cara, assim mesmo com C maiúsculo como poucos merecem, em seu último CD “Préliminaries” (25/05/2009).
Muita gente falou mau, fiquei sabendo. Tremenda injustiça na minha opinião.
Com uma óbvia e evidente pegada de Blues, o CD conta ainda com uma veia de Jazz que nos faz sentir saudades de não sei-o-que e de não-sei-onde. Para os apreciadores de Bossa Nova o disco tem ainda a faixa “How insensitive” (versão em inglês de música de Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Sem mencionar que esse cara cantando em francês, com aquele vozeirão é tudo de bom . . .
Resumindo a melhor coisa que eu ouvi em muito tempo, só lamento não ter me manifestado antes mas na época em que o CD foi lançado o blog tinha só dez dias de nascido, não deu.
Mas fato é que hoje décadas depois de muitos altos e baixos e empreitadas cinematográficas que incluem "Sid e Nancy, O Amor Mata", sobre o qual falarei em post futuro, podemos ver uma faceta mais calma desse Cara, assim mesmo com C maiúsculo como poucos merecem, em seu último CD “Préliminaries” (25/05/2009).
Muita gente falou mau, fiquei sabendo. Tremenda injustiça na minha opinião.
Com uma óbvia e evidente pegada de Blues, o CD conta ainda com uma veia de Jazz que nos faz sentir saudades de não sei-o-que e de não-sei-onde. Para os apreciadores de Bossa Nova o disco tem ainda a faixa “How insensitive” (versão em inglês de música de Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Sem mencionar que esse cara cantando em francês, com aquele vozeirão é tudo de bom . . .
Resumindo a melhor coisa que eu ouvi em muito tempo, só lamento não ter me manifestado antes mas na época em que o CD foi lançado o blog tinha só dez dias de nascido, não deu.

Um comentário:
Eu realmente adorei o novo CD dele, ele inovou totalmente. O som que ele estava fazendo antes era bom, mas esse esta ótimo. Acho que diz muito dele neste momento.
Enfim, beijão!
Ahh... How Insensitive e Nice to be Dead acho que estão no patamar de melhores do Albúm.
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